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Casos de soropositivos com mais de 50 anos cresce a cada ano
Fonte da Imagem: Site Ministério da Saúde

Fonte da Imagem: Site Ministério da Saúde

Motivos são falta de abertura para falar sobre a sexualidade, excesso de confiança no parceiro e uso de medicamentos para disfunção erétil

Hoje em dia já se sabe que qualquer pessoa está vulnerável a contrair o vírus da Aids. Não há um grupo de risco específico que tenha maior probabilidade de se infectar. No entanto, as últimas pesquisas relacionadas à doença demonstrou que o maior crescimento do HIV foi identificado nos idosos. Na década de 1980 até 2000 foram registradas 17.120 pessoas acima de 50 anos com o vírus e a soma de novos casos surgidos nos cinco anos posteriores ultrapassa as duas décadas estudadas. Em 2001, 2.741 novos soropositivos com mais de 50 anos foram identificados no país, já em 2005 o número quase dobrou, foram 4.356 pessoas infectadas e, três anos depois, 5.958.

No Brasil, o vírus está se proliferando, indo na contramão da queda mundial do HIV. Enquanto o número mundial caiu 27,5% entre 2005 e 2013, no Brasil o aumento foi de 11,8%, de acordo com a Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids). Há vários exames que podem detectar a doença, o mais realizado em exames de rotina é o “teste rápido” que permite a detecção de anticorpos anti-HIV na amostra de sangue do paciente em até 30 minutos.

Para o cuidador de idosos da Friends Care, Pedro Alexandre de Oliveira Lourenço, a fragilidade do sistema imunológico dos idosos dificulta o diagnóstico correto. “Algumas doenças apresentam sintomas parecidos com o da Aids. No estágio inicial a pessoa pode ter febre (geralmente 38ºC ou mais), fadiga, inchaço dos gânglios linfáticos, dor de garganta, perda de peso, dores musculares, dor de cabeça, náuseas, suores noturnos e diarreia”, explica.

A pesquisa realizada identificou que as maiores razões para a terceira idade contrair a Aids são: falta de abertura para falar sobre a sexualidade, excesso de confiança no parceiro e uso de medicamentos para disfunção erétil. “Infelizmente não há foco de orientações para a terceira idade com relação a prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis (DST) e muitas mulheres idosas, por exemplo, acham que com a menopausa não é necessária a utilização da camisinha, já que não haverá riscos de gravidez”, alerta Lourenço.

Para saber onde realizar exames em qualquer lugar do país, acesse: http://www.aids.gov.br

Autor: Deise Cavignato

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