Precisando de
Home Care?

ou ligue para:
11 2534-9913

Entendendo a Memória
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Imagine só como seria se você abrisse os olhos de manhã e descobrisse que estava totalmente sem memória!
Ainda deitado, olharia ao redor e não reconheceria seu quarto, não reconheceria suas coisas, levantaria e cruzaria no corredor com seus familiares e não se lembraria de seus nomes, do nome do seu animal de estimação, não se lembraria do seu passado, da rua onde mora, quem são seus amigos, como foi sua infância, seus gostos. Não seria uma situação terrível?!

A memória é uma das funções mais importantes que temos. Precisamos dela para realizar quase tudo em nossas vidas e não tê-la ou tê-la parcialmente pode causar grandes transtornos em nossas atividades de vida diária.
Com o nosso envelhecimento, perdemos um pouco de nossas habilidades, como a atenção e a nossa memória recente, mas engana-se quem acha que o processo de envelhecimento só traz coisas ruins para a memória. Você sabia que algumas de nossas habilidades até melhoram com o passar do tempo? O nosso vocabulário, por exemplo: quanto mais velhos, mais experientes vamos ficando e nos comunicamos melhor com o mundo.
Mas uma perda de memória que não interfira em nosso cotidiano é normal e há métodos e estratégias para evitarmos que nosso cérebro “enferruje” e contribuam para que suas funções declinem mais lentamente com o passar do tempo.
As oficinas de memória são um bom exemplo, pois, assim como nossos músculos precisam da atividade física para se manterem saudáveis, o nosso cérebro também precisa ser exercitado.
Realizar palavras cruzadas, caça-palavras e outros jogos de estimulação, aprender novas línguas, aprender a tocar um instrumento musical, interagir com outras pessoas, começar um novo hobby – artesanato, pintura, ciclismo, pesca, caminhada, dança – viajar, praticar o voluntariado, manter-se informado sobre o que acontece no mundo, ler jornais e revistas, também podem auxiliar o nosso cérebro a se “exercitar”.
Então, mãos à obra! Quero dizer… mantenha o cérebro ativo!

Autores e Responsáveis Pela Matéria:

Debora Lee Vianna Paulo

Mestranda em Gerontologia na Unicamp, Especialista em Neurologia do Adulto pelo Hospital Albert Einstein, Gerontóloga pela EACH-USP.
Coordenadora do Elderly – Centro de Promoção de Envelhecimento Saudável e administradora da página no Facebook: Elderly – Centro de Promoção de Envelhecimento Saudável

Revisor: Claudelino Gregório Priviero Brito
Claudelino Gregório Priviero Brito é formado em Letras Vernáculas pela USP e em Pedagogia pela Faculdade Carlos Pasquale.

Fonte: http://opaportal.com.br/site/fiquesabendo/entendendo-memoria/

Tags:, , , , , Doenças de inverno podem acometer mais idosos
O crédito da foto é Geri e Derme.

O crédito da foto é Geri e Derme.

Saiba como evitar gripe, pneumonia, dores crônicas e outros problemas relacionados ao frio

 O inverno chegou no dia 21 de junho e esta estação não é conhecida apenas pelo frio e, sim, pelos problemas de saúde advindos dele. O cuidado com os idosos deve ser redobrado nesta época do ano porque o frio em excesso pode ocasionar dor de ouvido, hipotermia, gripe, pneumonia, asma, bronquite e dores crônicas como artrite e artrose.

Para evitar problemas como esses, o cuidador de idosos da empresa Friends Care, Pedro Alexandre de Oliveira Lourenço, recomenda se agasalhar muito bem, tomar vacina contra gripe e praticar exercícios de alongamento com orientação de profissionais especializados. “Se nós adultos já somos suscetíveis a adquirir doenças no inverno, imagine os idosos que pode passar por esta estação sem os devidos cuidados. Por isso alertamos que quem apresentar sintomas de confusão mental e calafrios ou sentir dificuldade em respirar deve procurar um médico imediatamente”, indica o especialista.

Não fumar também evita diversas doenças relacionadas ao frio como a faringite e laringite que inflamam a região da garganta, provocando dificuldade em engolir ou rouquidão e tosse seca. Além disso, pode causar complicações e progredir para infecções maiores como a meningite.

Neste período, se torna essencial a ingestão de muito líquido, mas não devem tomar nenhum tipo de bebida alcoólica. Chá e água são os mais indicados e são importantes para controlar a circulação sanguínea, a composição das células, os músculos e a respiração. Sopas e caldos também são recomendados.

Lourenço também faz uma importante ressalva: “Nunca se automedique. Qualquer medicamento deve ser tomado com prescrição médica, caso contrário, o paciente poderá sentir efeitos colaterais ou ser alérgico a algum componente sem saber e pode piorar o quadro clínico”, finaliza.

Autora: Deise Cavignato

Tags:, , , , , , Conscientização da violência contra idosos é tema de manifestações no país
O crédito dessa imagem é: Nossa Voz em Ação.

O crédito dessa imagem é: Nossa Voz em Ação.

De acordo com os dados do IBGE 11% da população brasileira são pessoas idosas

Não necessitaria existir um dia de conscientização sobre a violência se nos dias atuais não houvesse abuso da força, tirania e opressão. Ainda que estejamos no século XXI muitos idosos sofrem de maus-tratos e abandono, principalmente dentro de casa. Para mostrar à população a importância de renegar este comportamento e denunciar qualquer caso de sofrimento foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, celebrado no dia 15 de junho.

Ainda que com poucos destaques na mídia brasileira, algumas instituições, órgãos públicos e grupos de apoiadores aos idosos realizaram manifestações e seminários em diversas cidades de estados diferentes como o Teresina (PI), Cotia (SP), Penedo (AL), Joinville (SC) e Boa Vista (RR).

Para o cuidador de idosos da empresa Friends Care, Pedro Alexandre de Oliveira Lourenço, mesmo que este tema tenha sido pouco divulgado pela imprensa, o esforço de grupos em todo o país faz com que a luta ganhe força. “Por meio de passeatas, panfletos e orientações é possível sensibilizar a sociedade para combater a violência contra os idosos. Afinal, as pessoas idosas têm seus direitos como qualquer cidadão comum e quem violá-los estará sujeito as penas previstas no Estatuto do Idoso”, afirma Lourenço.

De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) existem quase 20 milhões de pessoas idosas no Brasil, isso representa 11% da população de acordo com o Censo de 2010. As projeções nacionais preocupam ainda mais, tendo em vista que em 40 anos o percentual de pessoas idosas deve triplicar, aproximando-se de 29,7% da população. Para completar a previsão, em 2050 haverá duas vezes mais idosos do que crianças no país.

 Disque denúncia

Quem souber de um caso de maus-tratos, abandono, roubo de pensão/aposentadoria ou qualquer tipo de violência contra o idoso ligue para a Delegacia de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, que ampliou o serviço do Disque 100 e agora oferece o Disque 180. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia. A identidade de quem denuncia é preservada.

Autora: Deise Cavignato

Tags:, , Parkinson: sem medo de tremer

 

Fonte da Foto: Portal RV Notícias

Fonte da Foto: Portal RV Notícias

Doença não tem cura, mas há tratamentos que retardam o avanço da doença

Muito se houve falar sobre o Parkinson, mas quase ninguém sabe mais informações além das conhecidas tremedeiras. Quando o premiado cenógrafo dos estúdios Vera Cruz, Pierino Massenzi, deixou de pintar por causa da doença, sua tristeza era infinita. Deixar de fazer cenários e pinturas, suas maiores paixões, foi como engessar a sua maneira de ganhar a vida ou tremer as estruturas de tudo aquilo que ele sabia fazer até aquele momento. Essa história é bem parecida com a de outras pessoas que sofrem do mesmo mal que ainda não tem cura.

Felizmente a doença não é fatal e nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano. E apesar de geralmente afetar pessoas mais idosas pode também acometer jovens. Na maioria dos casos os primeiros sintomas aparecem a partir dos 50 anos. Além de tremores, a pessoa com Parkinson apresenta lentidão dos movimentos, rigidez muscular, alterações na fala e na escrita. Além disso, pode ter dificuldade para engolir, depressão, dores, tontura, distúrbios do sono, problemas respiratórios e urinários.

A causa da doença é a morte das células do cérebro na área conhecida como substância negra, responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, controla os movimentos. Apesar de não haver cura, alguns tratamentos são recomendados para combater os sintomas e atrasar o avanço da doença como: medicamentos, psicoterapia e cirurgia em alguns casos.

O cuidador de idosos da empresa Friends Care, Pedro Alexandre de Oliveira Lourenço, afirma que é fundamental ter acompanhamento de fisioterapeuta e fonoaudiólogo. “O paciente precisa conservar a atividade muscular e manter a flexibilidade articular para que os músculos não se atrofiem. Uma terapia dirigida à voz pode também ajudar o paciente a manter uma fala compreensível e bem modulada”, explica o especialista.

Novidade na medicina

Uma descoberta feita por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, impulsiona a busca pelo uso de células-tronco que sirvam como uma fonte de neurônios a serem transplantados. A ideia já havia sido testada pela primeira vez em 1988, mas alguns cientistas suspeitam da perda de eficácia da intervenção com o passar do tempo. Porém, este estudo recém-publicado mostra que a temida degeneração não acontece, trazendo uma nova esperança para quem sofre deste mal.

Autora: Deise Cavignato

República para Idosos: você já ouviu falar sobre isso?

As repúblicas para idosos são relativamente novas. Com o número de pessoas com mais de 60 anos aumentando, também cresceu o número de tipos de moradia. Conhecer esses espaços é fundamental para realizar boas escolhas.

Apesar de ainda ter poucas iniciativas, as repúblicas para idosos podem se tornar uma ótima opção em um futuro próximo. Ter a sua liberdade garantida, privacidade e ao mesmo tempo convívio social, e poder dividir os custos de sua moradia, são bons motivos para optar por viver assim.

Por ser um modelo que não precisa necessariamente de uma instituição para realizar o gerenciamento, as próprias pessoas que decidirem morar em república podem se organizar para escolher o local, a quantidade de moradores, a divisão de tarefas etc. Enfim, é um tipo de moradia com suas características próprias, estabelecidas internamente, que dependem muito da colaboração de todos os moradores.

Segundo a Doutora Maria Luísa Trindade Bestetti, arquiteta e professora do curso de gerontologia do campus USP Leste, as repúblicas realmente podem ser uma solução para cotizar despesas e manter o relacionamento social constante. Mas ela adverte: “assim como em repúblicas de estudantes que, mesmo jovens, encontram diferentes culturas e valores nos seus parceiros, há conflitos e eles estariam ainda mais agravados por menor tolerância e hábitos mais arraigados. Porém, se pensadas com dormitórios independentes e sanitários compartimentados (lavatório com duas cubas em ambiente de livre acesso, bacia em um box e chuveiro noutro…), penso que poderia atender especificidades e manter a individualidade dos moradores. Outra questão é cozinha/despensa: havendo meios de manter o controle, menos chance de conflitos”.

Ao ser questionada sobre os poucos modelos existentes, a professora citou dois pontos principais: o preconceito ainda persistente de que a família é o cuidador, e de quando o idoso é independente, o seu desejo de ainda continuar em sua casa original.  “Se houvesse mais experiências relatadas, provavelmente haveria também mais adesões a essa alternativa”, afirma Maria Luísa.

Repúblicas de Santos

Algumas das moradoras da república de Santos, juntamente com a chefe de seção de repúblicas de Santos, Celiana (Foto: OPA).

Algumas das moradoras da república de Santos, juntamente com a chefe de seção de repúblicas de Santos, Celiana (Foto: OPA).

As repúblicas mais conhecidas são as que estão localizadas em Santos. Lá existem três repúblicas gerenciadas pela prefeitura e, em todas elas, os idosos são responsáveis pela manutenção do lar.

Os critérios para entrar na república são: ser morador de Santos, idade a partir de 60 anos, autonomia física e psíquica, renda entre um e dois salários mínimos e não residir com a família.

Apesar de a república estar aberta para pessoas a partir de 60 anos, a idade aproximada dos moradores varia entre 75 a 88 anos. Devido ao próprio padrão estabelecido para entrada dos moradores, os idosos pagam um valor acessível, que inclui água, luz e aluguel.

Quando perguntado a Celiana Nunes, chefe de seção de repúblicas de Santos, sobre os pontos positivos em morar nesse tipo de moradia, ela ressaltou a autonomia, liberdade individualidade, e acrescentou: “Eles formam uma família de irmãos ainda que não se deem conta”.

Ao mesmo tempo, ao ser questionado sobre os pontos negativos, novamente foi abordada a convivência. “No geral, eles convivem muito bem. O que acontece dentro da república são coisas banais, assim: não limpou direito o chão, deixou a xícara fora do lugar”, disse Celiana.

Uma das moradoras, a Jurema, com seus 80 anos de idade e cinco deles morando na república, completou: “Eu acho muito bom [morar na república]. É uma segunda família. Aqui são 10 cabeças e cada um pensa diferente do outro. Mas no fim fica tudo bem”.

“Eu aprendi a convivência. Nós temos que procurar conviver bem com os outros moradores.” Jurema, 80 anos posando para a foto em seu quarto (Foto: OPA).

“Eu aprendi a convivência. Nós temos que procurar conviver bem com os outros moradores.” Jurema, 80 anos posando para a foto em seu quarto (Foto: OPA).

Para que a convivência seja a melhor possível, existe um regulamento interno montado junto com os moradores ao longo dos anos, ele é renovado de acordo com a necessidade e, quando isso acontece, todos votam sobre o que precisa ser inserido ou retirado. “Hoje o gerenciador da vida dele é ele. Então os direitos e deveres nessa casa são iguais”, acrescenta a chefe de seção.

As regras são bem claras na moradia e isso permite a boa convivência e a sensação de amparo e segurança. A moradora Irene, 73 anos de vida e três deles na república, afirmou: “É um lugar em que a gente tem toda a proteção. Temos toda a assistência e toda a liberdade, desde que respeite o regulamento”.

Quando perguntada sobre a casa dos sonhos de Irene, ela disse: “Para mim, eu me sinto bem aqui. Eu acho que o fim da minha vida vai ser aqui mesmo que eu dure mais uns 30 anos” (Foto: OPA).

Quando perguntada sobre a casa dos sonhos de Irene, ela disse: “Para mim, eu me sinto bem aqui. Eu acho que o fim da minha vida vai ser aqui mesmo que eu dure mais uns 30 anos” (Foto: OPA).

Durante os 16 anos que Celiana trabalha na república, ela disse ter aprendido muito: “Eu aprendi que nunca é tarde para você ressignificar a vida. Você não muda o passado, mas você o ressignifica a cada instante. Eles acham que aprendem com a gente, mas eles trazem um conteúdo muito importante. São muitas histórias de vida, são conteúdos muito diferenciados”.

Quando perguntado sobre a sua opinião com relação às repúblicas, Celiana foi direta: “É um tipo de moradia excelente. Primeiro porque a pessoa consegue gerenciar a própria vida, ter a autonomia dela, consegue viver bem, sai da vulnerabilidade. E é um projeto que não é caro para a prefeitura, porque eles que gerenciam e não precisa de funcionário na casa. Evita o isolamento, evita o asilamento. E sem contar que a dignidade da pessoa é outra. A pessoa fica mais feliz, eleva a autoestima, refaz vínculos”.

Posando para a foto, da esquerda para a direita: Jurema, Celiana e Irene (Foto:OPA).

Posando para a foto, da esquerda para a direita: Jurema, Celiana e Irene (Foto:OPA).

 

Fonte: http://opaportal.com.br/site/fiquesabendo/republica-para-idosos/

Redatora: Tássia Chiarelli.

Tássia Monique Chiarelli é Gerontóloga pela USP, e sócia-diretora da OPA.

Revisor: Claudelino Gregório Priviero Brito

Claudelino Gregório Priviero Brito é formado em Letras Vernáculas pela USP e em Pedagogia pela Faculdade Carlos Pasquale.

Tags:, , Saiba o que é e como evitar o AVC
Fonte da Imagem: Ciência Online

Fonte da Imagem: Ciência Online

AVC é a doença que mais mata no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde

 

O acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame cerebral, se dá por um deficit neurológico que resulta na má circulação cerebral, causando redução no transporte de oxigênio às células cerebrais, o que acarreta na morte de neurônios e células.

O AVC pode ser dividido em duas categorias:

O tipo mais comum é o acidente vascular isquêmico que consiste no fechamento de um vaso sanguíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro. Neste caso, o interrompimento de sangue interfere as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, o que resulta em deficits como, alterações motoras, problemas de memória, visão e até audição.

Já no acidente vascular hemorrágico há sangramento no local e existem complicações como, por exemplo, o aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros. Cerca de 20% das pessoas que sofreram AVC têm a categoria hemorrágica.

Segundo o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, quatro pessoas são internadas por hora no estado após terem sofrido AVC. O dado mais recente é de 2011 em que foram registradas 39 mil internações nas unidades do SUS de todo o Estado. Se compararmos com os dados em todo o país, percebemos que o AVC é a doença que mais mata no Brasil, o número de mortes por essa causa chega a quase 100 mil por ano, revela dados do Ministério da Saúde.

De acordo com o especialista em cuidador de idosos da Friends Care, Pedro Alexandre de Oliveira Lourenço, mais de 80% das pessoas que morrem de doença cardíaca têm mais de 65 anos. Para diminuir este risco é preciso evitar fatores como o sedentarismo, o tabaco e o álcool. “Infelizmente a repetição do acidente vascular cerebral é frequente porque os pacientes tentam levar a mesma vida que antes da doença. Por causa disso, em torno de 25% dos pacientes que se recuperam do seu primeiro AVC tem outro dentro de cinco anos”. Outros complicadores da doença são hipertensão arterial, doença cardíaca, diabete e outros.

Sinais de AVC

* Dormência súbita ou fraqueza da face, braço ou perna, especialmente de um dos lados do corpo;

* Confusão, fala ou compreensão difíceis;

* Perda repentina de visão em um ou ambos os olhos;

* Dificuldade súbita de andar, tonturas, perda de equilíbrio e coordenação;

* Dor de cabeça intensa sem causa aparente.

Tratamento

Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para uma melhor recuperação do paciente torna-se necessário a visita frequente à profissionais da área da saúde como: fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos e psicólogos.

 

Autora: Deise Cavignato

Tags:, , , ,
Atendemos toda em as cidades do ABC. Cuidamos de idosos em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra!